Segundo
o espirito da palavra ubuntu, como deve agir a pessoa?
Qual
é o sentido religioso dessa palavra na tradição Africana?
Qual é o sentido mais geral da palavra
ubuntu?
Vídeo: Ubuntu [editado] Conta-se a seguinte história sobre a origem do termoUBUNTU, difundida e aceita como verdadeira:
Um antropólogo estudava os costumes de uma tribo africana e
quando terminou seu trabalho teve que esperar pelo transporte que o levaria até
o aeroporto de volta pra casa.
Como tinha muito tempo ainda até o embarque, ele então propôs uma
brincadeira para as crianças, que achou ser simples. Comprou uma porção de
doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita
e tudo e colocou debaixo de uma árvore.
Então, ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!",
elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia
todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha de largada, que ele mesmo desenhou
no chão e esperaram pelo sinal combinado.
Quando ele disse "Já!", na mesma hora, todas as crianças deram
as mãos e saíram correndo juntassem direção à árvore.
Chegando lá, começaram a dividir os doces entre si e os
comerem felizes.
O antropólogo, espantado, foi ao encontro delas e
perguntou por que elas tinham ido todas juntas, se uma só poderia ficar com
tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as
outras estivessem tristes?"
Espiritualidade vem do latim “spiritus”. São crenças, atitudes e práticas que levam ao transcendente. Enquanto a religiosidade é encarada como um fervor em cumprir ritos e acreditar em dogmas, a espiritualidade é uma busca pelo bem-estar interior dentro do amor professado por Deus. A espiritualidade está ligada ao conhecimento da alma humana, a fé em suas habilidades, acreditar que estamos neste plano para cumprir uma missão – amar a nós mesmos, semearmos o amor entre nossos pares e também a todos que estejam procurando a paz. Niura Pandula, neuropediatra e pesquisadora da Universidade Paulista de São Paulo (UNESP) define a espiritualidade como a prática da ética, moral e solidariedade. A espiritualidade pode ou não estar vinculada a uma religião. Vídeo:O que é espiritualidade
Espiritualidade e saúde
Acreditar na existência de uma força superior faz bem à saúde. William Osler, médico canadense considerado um dos ícones da medicina moderna já dizia isso em 1910. Osler afirmou “a fé despeja uma inesgotável torrente de energia”. A espiritualidade auxilia a combater o estresse, raiva, amargura e depressão. De acordo com Ricardo Monezzi, pesquisador e psicobiólogo do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), esta energia atua no sistema límbico, área responsável pelas emoções. A espiritualidade também fortalece o sistema imunológico.
As pessoas espiritualizadas, tendo ou não religião têm mais qualidade de vida. Os índices de hipertensão e doenças cardíacas são mais baixos. Elas se alimentam melhor, possuem menos tendência ao tabagismo e alcoolismo. Pesquisas também comprovam que a espiritualidade ameniza os sintomas de doenças crônicas, como a AIDS e o câncer. A fé faz o indivíduo ter pensamentos positivos, o que é essencial para enfrentar qualquer problema. O paciente aceita o tratamento e segue todas as recomendações médicas, pois, sabe que elas farão a diferença. O tempo de internação é menor para quem possui fé.
A espiritualidade torna as pessoas mais felizes. Elas são altruístas, se envolvem menos em brigas e apresentam taxas de suicídio menores que as pessoas sem fé. Monezi relata que indivíduos espiritualizados não se desesperam diante as adversidades, porque sabem que não estão desamparadas.
Vejam excelentes motivos para cultivar sua espiritualidade:
Sistema imunológico mais eficaz.
Melhoria na saúde vascular.
Sentem-se fortes diante qualquer adversidade.
O tempo de internação é bem menor em relação aos que não possuem fé.
São menos propensos a depressão e demais doenças da alma. Se entram em depressão, a recuperação é mais rápida.
Tem menos riscos de ter hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC) e doenças coronarianas.
Os chamados bons sentimentos são muito importantes para ter
uma vida plena e feliz com você mesmo e com os outros. Será que esses
sentimentos bons têm feito parte da sua vida?
Pense em alguns bons sentimentos e crie sua nuvem de
palavras.
A nuvem pode ainda representar aquilo que somos, os nossos
problemas, os nossos sonhos inconscientes, aquilo que desejamos.
2. Do que fala a música? 3. Quais membros fazem parte da família apresentada na música?
4. Agora cada membro do trio vai fazer um breve relato de como é sua família (como ela é, suas características) 5. Escrever o nome dos integrantes da sua família. 6. Que lições e valores você aprende com a sua família? 7. Você usa esses valores na escola? Por quê? 8. Você acha importante respeitar os valores que os pais ensinam? Por quê? 9. Quando é comemorado no Brasil o dia da família? 10. Para que serve essa comemoração?
Ao final, cada trio deverá apresentar ao professor a atividade finalizada para que ela seja vistada.
Todos nós, ao longo da vida, passamos por momentos especiais onde temos
a oportunidade de abrimos os olhos para a urgência de acordarmos e vivermos na
plenitude o significado de sermos livres. Muito poucos, porém, conseguem fazer
algo a respeito disso no momento em que se deparam com questões dessa natureza.
A grande maioria, por não estar acostumada a se levar a sério, inadvertidamente
deixa toda essa ativação passar, esfriando por completo o princípio motivador.
Como consequência, retornam às mesmices de suas vidas, que acabam levando-os de
volta ao nada, a lugar nenhum.
A falta de coragem para ser livre rouba de nós mesmos as infinitas
possibilidades criativas que poderíamos ser e das quais jamais saberemos se não
ousarmos.
Ser livre implica no exercício de fazer as próprias escolhas. É quando
ninguém mais pode escolher por nós. Ser livre é aprender a lidar com os
próprios acertos e erros sem precisar responsabilizar ninguém. Isso é ser
literalmente livre e muito pouca gente sabe lidar com isso.
Por outro lado, quando se conquista a liberdade, um novo desenho de vida
começa a ser esboçado e um ônus é cobrado. Por mais incrível que possa parecer,
a vida em movimento passa a ter um preço na medida em que se começa a ter
ideias e ideais independentes do pensamento comum de onde sempre se existiu. De
repente, tudo o que antes era sedutor, deixa drasticamente de ser, o véu cai e
não há mais interesse, ou mesmo necessidade, de se fazer parte da manada.
Ser livre é se experimentar de modo responsável, independente do olhar
crítico e julgador do outro. Quando se chega nesse ponto, não existe mais
cegueira. Você acordou de vez e muitas coisas que antes aparentemente lhe
faziam sentido, agora já não importam mais. Você está seguro de si mesmo e
incorruptível, pois já não há mais caminho de volta. Não mais existem prisões
que possam prendê-la.
Nessa etapa, existe o risco de que pessoa que conquistou a própria
liberdade possa ser vista como diferente, não fazendo parte. Mas que diferença
faria isso agora?
Muitas vezes a conduta dos grupos é a de extirpar o diferente, o que não
combina, o que não adere e, portanto, não compactua.
Quem é livre, por onde passa, apenas pela condição de estar mais
acordado, passa a ser aquele que, mesmo sem querer, denuncia o aprisionamento
da maioria das pessoas, com sua simples presença, sem o véu que costuma
entorpecer.
Para ser livre, é necessário trabalhar profundamente a independência em
todas as áreas da vida. Se quiser estar com alguém, por exemplo, será por
escolha consciente, jamais por necessidade.
Existem pessoas que nunca conseguem ficar sozinhas com elas mesmas. Na
tentativa de burlar a sensação do vazio, da solidão e de um possível encontro
com o interior, vivem plugados na internet, nas redes sociais ou no que seja,
buscando a ilusão da aceitação e apoio do outro. Poucas são as pessoas que
ousam entrar em contato com essas dificuldades; a maioria sequer concebe que
pode dar conta de amadurecer nesse sentido. Vivem de aparências, driblando um
verdadeiro inferno interior, quando por fora fazem o jogo do contente fingindo
estar tudo bem. Como resultado, costumam agir de modo impulsivo e desenfreado
totalmente ativados por suas angústias, sem se saberem.
Para ser livre de verdade e no sentido exato da palavra, o grande
quesito é você se permitir acionar a força motriz do interior para fora. É
lembrar-se de que, ao virmos para a Terra, aceitamos corrigir inúmeras facetas
em nome de continuarmos com os nossos desenvolvimentos. Escolhemos isso e
ninguém disse que seria uma tarefa fácil.
Grande parte de nós veio para essa aventura terrena com a proposta de
acordar cada vez mais, embora não se recorde desse contrato evolutivo.
Todos nós, se quisermos, podemos ativar e honrar as nossas sagradas
missões. E a principal delas é a de se fazer feliz. Portanto, seja gentil
consigo mesmo desenvolvendo-se na sua autoconsciência que gera a liberdade e o
universo lhe agradecerá.
De nada valerá a sua vida se você não souber vivê-la de modo pleno. Há
muita coisa boa para se viver! Lembre-se constantemente de priorizar o seu estar bem.
Fonte: Portal de autoconhecimento e espiritualidade Somos todos um
1) Após a leitura do texto, anotar trechos que mostram o que significa ser livre. 2) Escreva resumidamente o que você entendeu sobre o conceito de liberdade apresentado no texto. 3) Em que a liberdade interfere na vida do ser humano?
A experiência é aquilo pelo qual um
sujeito é colocado em contato com um objeto. Ela possui dois polos: um
é o objetivo; outro é o subjetivo. Por um lado, há o encontro experiencial,
original com o objeto. De outra parte, há a interpretação desse encontro pelo
sujeito. A experiência recebe sempre um significado da parte de quem a faz.
Essa interpretação é condicionada pelas experiências anteriores do sujeito.
As coisas são assim porque a experiência é
um modo de se chegar ao conhecimento dos objetos. Esse conhecimento, por sua
vez, influencia a maneira como as experiências posteriores são decifradas pelo
sujeito.
Não se trata, porém, de um conhecimento
especulativo ou intelectual. A experiência é algo vital, que se sofre na
própria carne. Trata-se, pois, de conhecer por dentro, partindo da relação
direta com as coisas. E, com isso, se aprende.
Há experiências de vários tipos:
desportivas, estéticas, políticas, sociais, etc. Uma delas é a experiência do
sagrado. A experiência do sagrado é aquilo pelo que o sujeito pressente que,
para além do sensível e do utilitário, há outra ordem de coisas. Essa ordem
ultrapassa, envolve e confere uma significação misteriosa ao mundo em que se
vive. A experiência do sagrado é uma condição necessária para a experiência de
“religar-se”. Não se identifica esta última porque se situa aquém da referência
a um Amor pessoal.
A experiência religiosa, por seu turno, consiste no sentimento de integrar-se
totalmente no Amor (Deus é amor). Faz uma experiência “religiosa” o homem que
reconhece brotar do Amor a totalidade do seu ser, a sua existência, a norma das
suas ações, o sentido e o fim do seu destino. O “lugar”, por assim dizer, do
reconhecimento dessa dependência é a oração, diálogo entre o “eu” humano e o
“tu” divino.
Em teologia, há quem hesite em falar em
“experiência de Deus”.
Por causa da necessidade de respeitar a
sua transcendência. No entanto, a experiência humana de Deus é possível;
realmente, experimentamos Deus. Essa experiência, contudo, é diferente da
experiência dos objetos do mundo, pois Deus não é um objeto do mundo, mas uma
realidade que ultrapassa todos os objetos. A experiência de Deus, portanto, é
possível, embora seja uma experiência única, diferente de qualquer outra
experiência humana.
Assim nascendo dentro do ser humano as
experiências como frutos que produzem sementes de experiências para vida, e
sendo experiência de ser árvores e com suas folhas darem sombras para as pessoas que precisam de descanso
depois de uma longa caminha no sol.
Pesquisa e trabalho sobre Psicologia e Espiritualidade
Pe. GézaKovëczes, SJ (1921-1967) como precursor da atualização dos Exercícios
Espirituais no Brasil. Revista Do-minicana de Teologia, n. 3(julho/dezembro,
2006) Tarefa: 1) Quais são as principais ideias apresentadas pelo texto? Leia e anote em tópicos em seu caderno. 2) Responda: Para você, o que é significa a experiência religiosa? Dê um exemplo relacionado a sua vida. 3) Vejamos o que significa espiritualidade:
2) Estudar e anotar os questionamentos ou dúvidas que possam aparecer.
3) Na próxima aula (13/11/17) iremos fazer uma discussão sobre o assunto estudado.
4) Será disponibilizado um formulário no GoogleForms para que cada um responda e demonstre aquilo que aprendeu com a leitura, estudo e discussão dos temas estudados.